
O atendimento infantil acontece de forma presencial e utiliza a brincadeira como ferramenta terapêutica. Por meio de jogos, brincadeiras e recursos lúdicos, a criança aprende a expressar suas emoções e a lidar com suas dificuldades.

Os atendimentos com adolescentes podem ser presenciais ou online. O diálogo é a base do processo, permitindo que o adolescente se expresse, reflita sobre suas emoções e construa novos sentidos para suas experiências.

A participação da família é parte fundamental da terapia. Por meio de sessões online ou presenciais com os responsáveis, realizo acolhimento, orientações e devolutivas sobre o processo terapêutico da criança ou do adolescente.

Meu nome é Mylena Santos, sou psicóloga (CRP 05/68242) e pós-graduada em Psicologia Clínica Histórico-Cultural. Possuo experiência em atendimentos com crianças e adolescentes nos contextos da saúde e da educação.
Fiz parte do programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Criança e do Adolescente da UFRJ e, atualmente, atuo como psicóloga na Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu, atendendo alunos da educação infantil e do ensino fundamental. Além disso, realizo psicoterapia infantil e com adolescentes, oferecendo um ambiente de escuta, acolhimento e desenvolvimento.
Não, atendo somente particular. Porém, com o recibo do pagamento é possível solicitar reembolso junto ao plano de saúde ou convênio e deduzir do imposto de renda.
O pagamento pode ser realizado pelo cartão de crédito ou pix.
A duração varia conforme a necessidade de cada criança ou adolescente. O processo é contínuo e construído com cuidado, respeitando o tempo de cada um.
Cada sessão dura, em média, 50 minutos.
A primeira sessão é realizada somente com os responsáveis para compreender a demanda, a história e as necessidades da criança ou adolescente e definir com a família os objetivos terapêuticos.
A terapia não acontece apenas no consultório: o ambiente familiar também exerce grande influência no processo terapêutico. Por isso, a família é convidada a compartilhar suas observações e preocupações sobre a criança ou adolescente, além de receber orientações e suporte para lidar e intervir nas dificuldades enfrentadas.
O sigilo profissional é exigido pelo Código de Ética do Psicólogo também nos atendimentos com crianças e adolescentes. Portanto, os responsáveis recebem informações relevantes sobre o andamento do tratamento, respeitando sempre a privacidade e o espaço do paciente. Em situações excepcionais, o sigilo pode ser quebrado para garantir a proteção e o bem-estar da criança e do adolescente.